Por que não saímos do escuro?
Tão difícil como o Brasil fazer uma boa campanha nesta olimpíadas é Rondônia ter o seu clube de criação publicitária. Na moral, Ôh trocinho difícil de sair. Pelo jeito, já dá pra ter, é só juntar um diretor de arte aqui, um arte-finalista ali na calçada da fama, que rápido acontece de alguém citar do clube. Sinal de que a necessidade já tem. Mas por que esse estigma do tão perto e tão distante?
No começo do semestre passado pintou um brisa ameaçando sair a entidade. Rolou um e-mail por aí convidando o povo pra sentar e conversar e, enfim definirmos para todo o sempre, se era a vez de cagar ou sair da moita. Deixar como estar, estava fora de questão.
Não deu outra, deu em nada. Eu comentei antes e repito, a parte chata é inevitável. Só chamar o povo pra beber uma é sim, uma boa, mas as coisas não acontecem, sem ata, sem estatuto e na hora da cervejinha (Sim, eu também gosto, de preferência bem gelada) ninguém quer assunto broxa. Ata? Tem coisa mais sem sal nem açúcar que Ata?
Pois é, esse é o mal necessário. O Clube de Sampa tem lá sua ata, tem seu estatuto. Os cariocas idem, os Paranenses. Todo mundo que existe passou pela parte chata, ela mesma, a Burocracia. Só na brincadeira não há entidade que nasça.
As coisas para existirem tem que ter um porquê, com missão bem definida e como proceder. Acho que um clube de criação aqui em Porto Velho (Rondônia seria exagero por enquanto) ajudaria a alavancar a qualidade da criação, daria intercâmbio pra quem é do meio, traria uma representatividade real da publicidade para a sociedade (Coisa que uma Associação das Agências não conseguiria). Mas pra chegarmos neste miolo bom, temos que estar organizados e superar a parte ruim. Aí o bixo pega!
O certo mesmo é que até agora o clube não veio e uma discussão séria sobre seu destino também não foi tratada. Vou tomar uma cerveja que é melhor, quem quer?
Texto: Álisson Oliveira
Colaborador do Blog Esponja.
Tão difícil como o Brasil fazer uma boa campanha nesta olimpíadas é Rondônia ter o seu clube de criação publicitária. Na moral, Ôh trocinho difícil de sair. Pelo jeito, já dá pra ter, é só juntar um diretor de arte aqui, um arte-finalista ali na calçada da fama, que rápido acontece de alguém citar do clube. Sinal de que a necessidade já tem. Mas por que esse estigma do tão perto e tão distante?
No começo do semestre passado pintou um brisa ameaçando sair a entidade. Rolou um e-mail por aí convidando o povo pra sentar e conversar e, enfim definirmos para todo o sempre, se era a vez de cagar ou sair da moita. Deixar como estar, estava fora de questão.
Não deu outra, deu em nada. Eu comentei antes e repito, a parte chata é inevitável. Só chamar o povo pra beber uma é sim, uma boa, mas as coisas não acontecem, sem ata, sem estatuto e na hora da cervejinha (Sim, eu também gosto, de preferência bem gelada) ninguém quer assunto broxa. Ata? Tem coisa mais sem sal nem açúcar que Ata?
Pois é, esse é o mal necessário. O Clube de Sampa tem lá sua ata, tem seu estatuto. Os cariocas idem, os Paranenses. Todo mundo que existe passou pela parte chata, ela mesma, a Burocracia. Só na brincadeira não há entidade que nasça.
As coisas para existirem tem que ter um porquê, com missão bem definida e como proceder. Acho que um clube de criação aqui em Porto Velho (Rondônia seria exagero por enquanto) ajudaria a alavancar a qualidade da criação, daria intercâmbio pra quem é do meio, traria uma representatividade real da publicidade para a sociedade (Coisa que uma Associação das Agências não conseguiria). Mas pra chegarmos neste miolo bom, temos que estar organizados e superar a parte ruim. Aí o bixo pega!
O certo mesmo é que até agora o clube não veio e uma discussão séria sobre seu destino também não foi tratada. Vou tomar uma cerveja que é melhor, quem quer?
Texto: Álisson Oliveira
Colaborador do Blog Esponja.









Eh, realmente eh um assunto muito interessante para o meio q trabalhos, talvez a situação naum tnha saído do papel pq as pssoas envolvidas naum saum as certas, d qualquer forma, me coloco no meio pra somar, aliás, jah falei isso anteriormente... Serah um grande prazer v a evolução publicitária em nosso estado, abração
Aelson Cleberson
Diretor de Arte
Essa sua postagem me lembra meus tempos de faculdade de publicidade onde se cogitava uma idéia meio abandonada hoje em dia (ou pelo menos relevada a coisa de menor importância) que era a fortificação/criação de uma organização publicitária nos mesmos moldes do CREA, OAB, etc para definir rumos da categoria que até então eram relegados e controlados por "amadores" (geralmente profissionais sem a formação de publicitário).
Meus caros, como já comentei com o "Tarzan" em outras oportunidades penso que este papel mediador pode ser feito pela academia.
Desde que eu assumi a coordenação dos cursos de Comunicação Social da UNIRON busco parcerias para ajudar o desenvolvimento do mercado publicitário.
Penso que poderíamos reunir os interessados em "fazer acontecer" lá na UNIRON, levamos as idéias e oficializamos estudos que possam viabilizar não só o clube de criação como também outras atitudes que possam ajudar a desenvolver o mercado publicitário regional.
Contem comigo, procurem-me, vamos juntar as pessoas que realmente querem mudar o atual panorama e preparar o terreno para o que há de vir...
Abraços!
Prof. Ms. Marco Bonito
É verdade. A velha concepção de união para fortalecer, muita vezes é esquecida em nome de uma tentativa individual de ficar com "os louros da vitória". Invariavelmente o que resta é um fracasso geral.
Bom ainda que ainda não role um clube, minha parte estou fazendo, propagando tudo que descubro de bom na internet sobre publicidade, design e outras cositas mas no meu blog: www.dezenheirodoc.blogspot.com
E quem quiser, fique avontade para me mandar dicas e sugestões.
E não vou dizer que dou o sangue pra por o Clube de criação pra funcionar, mas podem contar comigo pra apoiar a idéia e participar.