Segunda-feira, 14 de Abril de 2008

L.E.R | Um mal da vida moderna

Nesses últimos tempos tenho visto muita gente reclamando de dores nas juntas, dores musculares e tendões. Todos os indícios levam a crer que o problema pode ser a LER (lesão por esforço repetitivo).

A LER é inflamação provocada por atividades do trabalho que exigem do trabalhador movimentos manuais repetitivos, continuados, rápidos e ou vigorosos, durante um longo período de tempo.

Se você fica muito tempo no computador seja para trabalhar ou para mexer no orkut, msn ou pornotube, digo youtube então acho que essa matéria irá te interessar e será muito útil.

Um dos maiores problemas da LER ou DORT como muitos gostam de chamar, é a identificação do problema. Pelo que li não é muito simples comprovar que a pessoa está ou não sofrendo de LER e o mais recomendado é a pessoa procurar um médico do trabalho assim que começar a sentir incomodo nos dedos, mãos, punhos, antebraço, braços, pescoço ou outra região do corpo que você utilize em trabalhos que te obrigue a repetir por varias e varias vezes os mesmos movimentos.

Como não sou médico para diagnosticar nada, eu acho melhor ajudar a prevenir para que as pessoas tenham maiores cuidados para evitar esse mal que pode chegar a aleijar.

Existem alguns fatores que podem lhe ajudar a evitar esse mal como por exemplo a posição que você senta na cadeira.

Encontrei algumas imagens que podem nos auxiliar.

postura certa na cadeira

Outro fator que pode causar grandes problemas no ombro, punho e cotovelos por exemplo é a posição como colocamos nossas mãos no teclado na hora de digitar. Pessoas como secretárias, redatores, arte finalistas e outros profissionais que usam muito o teclado devem observar a imagem seguinte.

posição da mão no tc

Além disso tente revezar nas tarefas e procure aprender outras que exijam tipos diferentes de movimento.
No Brasil, bem como em vários outros países, a Lesão do Esforço Repetitivo é considerada uma doença ocupacional e, portanto equivalente a um "acidente do trabalho” e como tal sua ocorrência deve ser reportada aos órgãos competentes.

A Norma Regulamentadora de número 17 ( NR 17 ) estabelece várias recomendações ergonômicas relativas ao ambiente do trabalho, dentre elas a de que o trabalho efetivo de entrada de dados ( digitação ) não pode ultrapassar a 5 horas dia e que a cada 50 minutos de digitação deve haver uma pausa de 10 minutos. Esses 10 minutos de pausa é bom fazer exercícios de alongamentos como esses das imagens a seguir.


Exercício para evitar LER 2 - laboral
Exercício para evitar LER 3 - laboral
Exercício para evitar LER 4 - laboral
Exercício para evitar LER 5 - laboral

Acredito que se você seguir esses cuidados, as chances de ter LER um dia serão bem menores. E caso você já tenha desconfiança de que esteja com o bendito problema, tome também esses cuidados e procure um especialista o mais rápido possível.


Fontes: Jonathas Souza, Sind. dos bancários de SP, Espaço saúde e bem estar


Texto: Eduardo Moreira (Tarzan)
Idealizador e dono do Blog Esponja.

Sexta-feira, 11 de Abril de 2008

Qualquer semelhança é mera coincidência? Parte 4

Colégio Adventista


Galvão Costa


Não sei quem veio primeiro mas eu particularmente já conhecia a logo do Colégio Adventista faz tempo e a da Galvão Costa só vim conhecer esse ano de 2008 e não pude deixar de notar a semelhança entre as duas.

Não estou aqui dizendo que uma foi copia da outra. Até porque não são nem do mesmo segmento. Mas que essa semelhança pode ser ruim para uma delas isso pode. Acho que os envolvidos nessas criações beberam da mesma fonte criativa.

Conversando com uma ex. aluna do Adventista ela me informou que a logo representa as mãos do aluno segurando a bíblia e ao mesmo tempo tenta dar um significado de contato, de busca à Deus. Já a logo da financeira eu não consegui informações sobre ela. Se alguém souber e puder informar envie-nos um e-mail.


Texto: Eduardo Moreira (Tarzan)
Idealizador e dono do Blog Esponja.

Terça-feira, 8 de Abril de 2008

Proibido pescar | Mas a criatividade ta liberada.

Proibido pescar
Clique na imagem para ampliar e ver a matéria completa.

No jornal Estadão do Norte deste último domingo/segunda eu li uma reportagem no mínimo inusitada. Funcionários de uma mecânica na Rua Monteiro Lobato esquina com avenida Jatuarana na capital rondoniense criaram a placa mostrada na imagem acima para chamar atenção de quem passa e também das autoridades para o enorme buraco que há aproximadamente 02 meses vem tirando o sossego de todos que circulam por ali.

Mesmo não sendo uma peça publicitária, eu resolvi comentar aqui no blog devido a criatividade, senso de humor e simplicidade dos comerciantes daquela rua. Sem querer eles conseguiram não apenas protestar por causa do buraco como conseguiram também uma matéria no principal jornal do Estado de Rondônia.

Apesar de não aparecer os estabelecimentos que sofrem com a "lagoa", todos que leram a reportagem e passarem na frente do buraco vão olhar não apenas para placa, como também irão prestar atenção nos comércios que se encontram ali.


Eu sei que isso talvez não seja considerado uma ação de marketing mas temos que dar os parabéns aos moradores do local pela forma criativa com que protestaram e reivindicaram a solução para um problema que afeta todos os freqüentadores daquela região, principalmente os donos dos comércios que com certeza perdem clientes por causa da situação.

Sem falar que eles conseguiram o que muitos publicitários não conseguem sem pagar, que é um espaço (vide anuncios/informes) num jornal de circulação estadual como esse e em pleno final de semana onde a procura pelo jornal é até 3 vezes maior do que nos outros dias da semana. Mais um motivo para darmos os parabéns e aprendermos com eles.

Por isso que eu digo que ações simples e criativas são muitas vezes mais eficazes e mais baratas.

Fonte: Estadão do Norte.



Texto: Eduardo Moreira (Tarzan)
Idealizador e dono do Blog Esponja.

Sexta-feira, 4 de Abril de 2008

Skinão | O poder do "boca a boca".

Skinão construção - Fachada

Quem não mora em Rondônia com certeza nunca ouviu falar dessa loja de material para construção. Provavelmente nem mesmo os publicitários moradores de Porto Velho vão se lembrar de ter visto um outdoor, um panfleto, VT ou spot do Skinão Material p/ Construção, simplesmente porque nunca foi feito. A empresa simplesmente não investe em propaganda.

Mesmo não investindo em propaganda a empresa virou referencia no que diz respeito a material básico para construção na capital rondoniense. Por causa desse feito resolvi analisar como uma empresa que simplesmente ignora o poder da propaganda e das mídias de massa como TV, placas de outdoor, rádios que abrangem todo estado e se torna uma das grandes do setor na cidade.

É bem simples de explicar porém não tão simples de conseguir. Com 3 dos 4 Ps do Marketing eles conseguem fazer a sua marca se destacar diante da concorrência. Os 4 famosos "P" do marketing são: Produto, Praça, Promoção (lê-se propaganda) e Preço.

Pesquisando descobri que o Skinão muitas vezes tem os mesmos produtos que seus concorrentes porém com um atendimento ao cliente totalmente diferenciado, uma boa distribuição (logística) e um bom suporte para os consumidores. Com isso muitos compradores acabam preferindo o Skinão ao invés dos concorrentes.

Concorrentes esses que chegam a gastar maior grana com VTs que muitas vezes mostram de tudo mas não vendem nada (inclusive a própria empresa) e o que é pior atendem mal o consumidor, não entregam no prazo prometido e as vezes chegam até a praticar preços mais caros pelos mesmos produtos.

O Skinão ao comercializar produtos de qualidade encontrados também nas principais lojas do ramo, ser localizado num dos principais pontos da cidade e praticar um preço justo de acordo com a qualidade do produto que está sendo vendida, a propaganda "de massa" acaba não sendo tão necessária assim.

Na verdade como eles cumprem bem com a parte do produto, praça e preço, eles acabam "ganhando de brinde" dos seus consumidores uma propaganda totalmente grátis, espontânea e infalível que é a famosa propaganda boca a boca.



Texto: Eduardo Moreira (Tarzan)
Idealizador e dono do Blog Esponja.

Terça-feira, 1 de Abril de 2008

Quem é o responsavel? Quem sai perdendo mais?

Outdoor velho - Faça Faro
Placa de outdoor na Av. Jorge Teixeira.

Frontlight estragado - Mega modas
Frontlight da Mega Modas na Jorge Teixeira - Já foi retirado.


Já estava querendo abordar esse assunto faz tempo mas sempre deixava pra depois por um motivo ou outro, mas ao ver o outdoor da Faculdade Faro se desmanchando com o tempo eu resolvi escrever sobre. Esse mesmo outdoor inclusive já foi tema de post aqui no Blog Esponja no dia 11/02/2008 ou seja quase dois mês atrás.

Em vários cantos da cidade de Porto Velho eu vejo placas de outdoors ou frontlights estragados ou sem uso por um tempo bem prolongado, mas nem sempre da pra reconhecer qual foi o ultimo anunciante a utilizar o espaço em questão. O problema maior a meu ver é exatamente quando da pra reconhecer esse anunciante.

A placa de outdoor da Faro por exemplo está se esfacelando e deixando a mostra exatamente o nome do anunciante. Com isso deixa a impressão de sujeira, abandono e particularmente acho que denigre a imagem da instituição de ensino. Sem falar que por demonstrar esse abandono todo, fica a impressão que é uma localização ruim para divulgar uma marca ou pela posição que ela se encontra na rua ou por qualquer outro motivo sendo isso verdade ou não.

Quando uma placa estraga ainda dentro do prazo (de bi-semanas) acordado pelo contrato entre anunciante e dono da placa, quem arca com a manutenção geralmente é o dono da placa que tem por obrigação (salvo excessões) deixa-la sempre inteira e da forma como rege o contrato em questão.

Tanto é que se eu não estiver enganado, se a impressão estragar e o contrato ainda não estiver acabado, a empresa responsável pela placa tem que arrumar outra impressão (sem nenhum ónus para o anunciante ou agência) para que assim o anunciante possa "vender o peixe dele" sem sair perdendo.

Mas e quando o prazo de veiculação já acabou? Será que a empresa responsável pelas placas tem a obrigação de retirar o anuncio antigo e limpar as placas antes de outro anunciante alugar aquele espaço?

Independente de ser ou não obrigatório esse processo eu acredito que seja bom para todas as partes envolvidas. Bom para o anunciante que não vê sua marca se deteriorando por causa do sol ou chuva e é bom também para a empresa de outdoors que mostra para seus clientes que está sempre pronta para divulga-los naquele local e ainda tira a impressão de que esse mesmo local seja ruim para divulgar uma marca.



Texto: Eduardo Moreira (Tarzan)
Idealizador e dono do Blog Esponja.